Na Marques de Herval tem uma oficina que transforma fusca.Um barato!
Descobrindo coisas pela cidade, pro quadro "Belém tem Disso", do programa Café Fox,dei de cara com a Só Fusca.
Dê uma sacada na matéria
Sexta-feira, Dezembro 11, 2009
Matéria 1o Twittergrid
juntei 9 tuiteiros do Bel pra brincar no kartódromo da cidade. Foi para produzir uma matéria que faço pro quadro BELÉM TEM DISSO, do Café Fox, programa da NTV.
Se vocês ainda não conhecem o kartódromo indoor do Bel, conheçam. Diversão garantida
Sexta-feira, Dezembro 04, 2009
Octeto de Tubas e Arraial do Pavulagem
Confesso que esse era um encontro que eu sempre sonhei. As tubas misturadas às toadas do Arraial. Nos arrastões que o Pavulagem faz pelas ruas do Bel, eles usam naipe de sopros e aquilo fica lindo.
Minha intuição acertou. Essa mistura ficou linda. Requintada.
Octeto de Tubas
Dizem que essa á uma formação única no mundo. Não posso afirmar, mas de uma coisa eu sei...duvido que alguém suingue Carimbó tocando Tubas,um dos instrumentos mais eruditos da música. Os caras são Phoda. Aqui vocês vão ouvir os caras suingando um pout-pourri de Carimbó. O bacana desses 8 caras é que a música transformou a vida deles.Muitos vieram do interior do Estado e foram tocados, em seus municípios, pelo programa de interiorização da Fundação Carlos Gomes, na época gerenciada pelo Paulo José De Campos.
Pra mim é um dos momentos mais singelos do TERRUA PARÁ. Instrumentos eruditos tocando música popular
Quinta-feira, Dezembro 03, 2009
Pimenta com Sal
Gosto muito dessa música.É um marabaixo. Tem um solo delicioso de rabeca, do Pardal, e um outro solo totalmente guitarrada do Pio Lobato. São nessas sutilezas que o TERRUÁ PARÁ deu uma sofisticada na nossa música
Tambor de Couro
Nilson chamou Lucinha Bastos pro palco. Podem falar, mas eu acho que essa mulher é a melhor voz dessas bandas. A música é de Ronaldo Bastos, do Arraial do Pavulagem.
Houve alguns que torceram o nariz para a escalação da Lucinha e do Nilson no TERRUÁ PARÁ. Eu adoro ambos. É bom que se diga que mandamos material de quase todos os artistas e bandas do Pará para a curadoria do auditório Ibirapuera. Quem escalou os artistas foram os curadores do auditório.
Tambor de couro...Nilson Chaves e Lucinha Bastos
Carimbó Modernista
Nilson entrou no palco com um Carimbó diferente.E como não ser diferente com os solos do bandolim do Pardal, a guitarra do Pio Lobado e o banjo do Curica? fora a cozinha do Manari e o baixão do Calibre. Acho que o Carimbó tem de sair dessa fase "maçariquinho na beira do Igarapé".Com uma letra mais atraente e uma base mais moderna, é música pra emplacar em qualquer lugar do planeta onde existam pessoas que queiram celebrar a alegria.
Vou revelar mais uma historinha pra vocês sobre o Terruá Pará. No ensaio geral , em Belém, houve uma quase porrada entre o Nilson e o Miranda. Mirandão pegou pesado pra cima do Nilson por causa de um arranjo que ele achava ruim.Nilson não gostou e quase "rola o sêbo". Aí entrou a delicadeza da Cyz Zamorano pedindo.."Nilson,faz uma como Mi quer.Se você não gostar pode fazer do seu jeito". A grandeza de espírito e o profissionalismo do Nilson prevaleceram e o arranjo do Miranda ficou.
Mais um pedacinho do TERRUÁ PARÁ pra vocês.Nilson e seu Carimbó Modernista
Terça-feira, Dezembro 01, 2009
O formato do Terruá Pará era o seguinte...cada artista cantava uma e chamava um outro artista para cantar outra com ele. Nesta época, Dona Onete mal conseguia andar por causa de um problema na coluna. O banquinho no palco é por causa disso.
Na segunda música do show, Dona Onete chamou mestre Curica pra tocar banjo na sua Chuê Chuá. Não deixem de prestar atenção aos solos de bandolim do maestro Pardal
Segunda-feira, Novembro 30, 2009
Em março de 2006, 60 artistas paraenses desembarcaram em Sampa para uma temporada de 3 shows do auditório no Ibirapuera. O TERRUÁ PARÁ era o último estágio de um projeto que fizemos dentro da Tv e Rádio Cultura para tentar colocar a produção musical paraense de forma digna pra todo o Brasil.
O show foi um sucesso de público e crítica. Ganhamos páginas em jornais como Folha de São Paulo e Estadão, e na segunda-feira, um dia depois do último show, o Jornal Hoje, da Rede Globo terminava sua edição com uma matéria de 3:30 dizendo "vem do Pará a nova cena musical do Brasil.Depois do Mangue Beat, O Terruá Pará é a grande novidade sonora do país.
Faltava pouco para que o Brasil percebesse realmente o requinte da nossa produção musical...mas tudo parou e vocês sabem porque.
O TERRUÁ PARÁ foi todo gravado.Áudio pela Gabi Som e Vídeo pela Casablanca...as duas maiores empresas de áudio e vídeo do Brasil. A idéia era produzir um CD e um DVD...mas hoje as fitas dormem em alguma gaveta esquecida, vocês sabem onde.
Achei que pelo menos poderia compartilhar com vocês as músicas deste show. Elas ainda são inéditas. A direção do show foi de Flu, Cyz Zamorano e Carlos Eduardo Miranda. Os dois últimos fazem hoje o ídolos , no SBT. Miranda pegou nosso som e deu uma requintada na embalagem. Tinha a pretensão de fazer um "Buena Vista Social Club da floresta".
Somos bonitos na nossa simplicidade. Pena que questões políticas jogaram essa boniteza no lixo,mas a internet tem disso. Por aqui conseguimos resgatar coisas valiosas que idiotas insistem em jogar no lixo. Não vão conseguir deletar nosso orgulho
Todo dia vou postar uma música do TERRUÁ PARÁ. Copiem, façam cópias piratas e os escambau.
Dona Onete foi a primeira a entrar no palco do auditório Ibirapuera. Horas antes do show começar, um pequeno levante se formou entre alguns artistas. Alguns estavam preocupados com Dona Onete, afinal ela nunca havia participado de um show daquele tamanho.Eles temiam que ela "gelasse". Não dei bola e confirmei Dona Onete abrindo o show. Ela não só deu um baile como saiu aclamada. A imprensa paulista definiu Dona Onete como a "Cesária Évora da Floresta.
A banda base era formada por: Pardal (teclados,bandolim, e rabeca) Vovô (bateria) Trio Manari (percussão) Calibre (baixo) Pio Lobato (guitarra) e em alguns momentos Curica (banjo )
Curtam a primeira música do TERRUÁ PARÁ..Dona Onete,Moreno
Quinta-feira, Outubro 29, 2009
Vou de Bike.
Dia 03/11 estréia na NTV, canal 23 da ORM CABO, o CAFÉ FOX, que vai ser apresentado pela minha amiga Leila Loureiro. Um programa com linha editorial focada em cultura. Vou fazer uma matéria por programa dentro do quadro BELÉM TEM DISSO, inspirado na obra do Sergio Bastos. Vou descobrir coisas e pessoas de Belém.
A primeira é com o Marcelo da Bike. Um cara que coleciona bicicletas e tem algumas raridades. O Marcelo também é dono da Centopéia, que ele quer ver como meio da transporte nas ruelas da Cidade Velha. Fiz um teste drive na Centopéia e acho que pode dar samba, sim.